É preciso resgatar a grandeza infinita dos gestos simples e “elementares”. Cuidar da vida. Curtir a minúcia. Lavar a própria roupa. A louça. Arrumar a casa. Fazer sua comida. Tomar banho como quem realiza um ato sacro. Recuperar o prazer da prática dos atos primários. Saber que ser matéria, caralho e buceta, boca e estômago, é uma dignidade e um esplendor. Dá trabalho. Mas, para brilhar, as estrelas têm que arder, até o glorioso fim.
Paulo Leminski. (via autorias)

(Source: desalojado)

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